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Operando em baixa, a Bovespa segue a linha do comportamento internacional


Alinhada aos pares externos, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começa a sexta-feira em baixa. Por volta das 10h20, o Ibovespa tinha queda de 0,22%, a 52.837 pontos. A possibilidade de baixa já era acenada pelo índice futuro, que mimetiza o comportamento dos contratos futuros americanos, em baixa após a divulgação da revisão do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre.

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A economia americana cresceu 1%, contra previsão de avanço de 1,1% e estimativa preliminar de 1,3%. Esse dado será revisado mais uma vez. Mas o evento mais importante do dia ainda está por vir: o esperado discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), banco central americano, Ben Bernanke, sobre a economia americana.

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Bovespa cai só 1,57% enquanto as perdas internacionais são maiores


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quinta-feira com recuo. O índice da bolsa teve queda de 1,57%, aos 52.953 pontos. Seu balanço continua segundo o ritmo internacional, que espera com afinco o discurso do presidente do Banco Central norte-americano, Ben Bernanke, na próxima sexta-feira.

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Durante o mês de agosto a desvalorização chegou a 9,98% e a 23,59% no ano, até esta quinta-feira.

Nos Estados Unidos, o anúncio de renuncia do cargo de executivo-chefe da Apple, feito nesta quarta-feira por Steve Jobs, fez despencar o pré-mercado dos papeis da empresa, que puxaram para baixo as bolsas norte-americanas.

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Bovespa estável descola do comportamento exterior


Em mais um dia de muita volatilidade nos mercados, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) terminou a quarta-feira perto da estabilidade, na contramão das Bolsas nos Estados Unidos. O Ibovespa, o termômetro dos negócios da Bolsa paulista, subiu 0,02%, atingindo os 53.795 pontos.

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O giro financeiro foi de R$ 5,58 bilhões. O dólar comercial foi negociado por R$ 1,611, na venda, em alta de 0,68%. Já o dólar turismo foi vendido por R$ 1,710 e comprado por R$ 1,540 nas casas de câmbio paulistas.

Nos EUA

Nos Estados Unidos, o Dow Jones teve alta de 1,29%. O Nasdaq, dominado pelo setor tecnológico, subiu 0,88%, enquanto o índice ampliado Standard & Poor´s 500 registrou valorização de 1,31%.

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No fim do dia, Bovespa fecha com alta de 2,57%


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acelerou os ganhos nos minutos finais do pregão acompanhando a forte alta dos mercados em Nova York, a qual já era observada desde o início da tarde. O Ibovespa fechou com valorização de 2,57%, aos 53.786 pontos, na máxima do dia. Na mínima, o índice chegou a cair 1,12%. No mercado de câmbio, o dólar teve queda de 0,19%, cotado a R$ 1,60.

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‘A Bovespa aguardou para ver a firmeza da alta em Nova York, mas acabou respondendo ao inusitado otimismo que tomou conta das bolsas americanas. A alta das ações da Vale e da Petrobrás e a recuperação dos papéis dos bancos, que estavam bem pressionados de manhã, ajudaram a colocar o Ibovespa para cima’, explica Romeu Vidali, gerente de renda variável da corretora Concórdia.

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Índice estável na Bovespa, mas o desempenho e o pior do mês


O principal índice das ações brasileiras fechou praticamente estável nesta segunda-feira, anulando a alta de mais de 2 por cento do começo do dia em uma sessão com o volume mais baixo do mês.

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O Iboves pa fechou com variação negativa de 0,01 por cento, a 52.440 pontos, perto da mínima do dia. O giro do pregão foi de 4,66 bilhões de reais, o mais baixo do mês de agosto. A média diária de volume no mês, até dia 17, é de 9,3 bilhões de reais.

O comportamento da bolsa brasileira foi parecido com o dos índices norte-americanos. O Standard & Poor’s 500 subiu apenas 0,03 por cento, após alta de quase dois por cento pela manhã. O Dow Jones avançou 0,34 por cento.

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Alta da Selic já é projetada pelos economistas no Brasil


O agravamento da crise global já leva alguns economistas de mercado a projetar uma queda da taxa básica de juros (Selic) neste ano, algo impensado duas semanas atrás. Embora ainda seja uma posição minoritária, chama a atenção porque revela que o cenário externo ganha cada vez mais peso nas análises de médio e longo prazos da economia brasileira.

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Até porque, internamente, a inflação continua pressionada, como mostrou ontem o IPCA-15 de agosto. A prévia do índice oficial do País subiu 0,27% e, nos últimos 12 meses, acumula variação de 7,10%. A meta do governo é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo – entre 2,5% e 6,5%. Ou seja, a inflação está rodando, como se diz no jargão do mercado, acima do teto da meta.

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O que aconteceu no mercado da Bovespa nesta semana


As preocupações nas últimas semanas com a economia global, com os EUA perdendo a nota máxima do seus títulos e a crise da dívida na Europa, levaram a Bolsa de Nova York a ter o pior mês desde o início de 2009.

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O índice Dow Jones vem de quatro semanas seguidas de queda, com uma desvalorização acumulada de 14,7%. Ontem, ele recuou 1,6%, com os temores de uma nova recessão e também com os investidores preocupados com a reformulação da fabricante de computadores Hewlett-Packard, cujas ações desabaram 20%. O Dow Jones não tinha um resultado tão ruim em quatro semanas desde o período de fevereiro e março de 2009, ainda sofrendo os impactos da quebra do banco Lehman Brothers.

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