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Etiqueta Arquivos: IOF

Bovespa sobe 0,73%, na contramão internacional


A Bovespa fechou, ontem, na contramão dos mercados externos, com uma alta puxada, principalmente, pelos papéis de Petrobrás e siderúrgicas. Entretanto, o comportamento não foi uniforme, uma vez que, no início do dia, o índice caiu, acompanhando a queda internacional influenciada pelo desastre natural no Japão.

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O Ibovespa terminou com ganho de 0,73%, aos 67.169,25 pontos. No mês, o índice recua 0,32% e, no ano, 3,08%. O giro financeiro totalizou R$ 5,044 bilhões. A ação ON da Usiminas, com avanço de 9,55%, foi o destaque de alta, enquanto Petrobrás ON subiu 0,78% e PN, 0,64%.

Bolsa tem leve baixa com olhos cautelosos no fim de semana


Após uma manhã animada, quando subiu 1%, a Bovespa inverteu o sinal no começo da tarde, pressionada por um movimento pontual de realização de lucros na Vale, após a mineradora ter anunciado um lucro recorde em 2010. No decorrer da tarde dessa sexta-feira, o mercado doméstico se manteve cauteloso, com os investidores reduzindo posições para não passar o final de semana muito expostos ao risco dada a gravidade da situação política na Líbia.

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O Ibovespa fechou com variação negativa de 0,07%, aos 66.902,53 pontos, depois de ter registrado na máxima alta de 1,02%, aos 67.632 pontos, e a mínima de -0,92%, para 66.331 pontos. Esta não foi uma boa semana para o mercado brasileiro de ações, que acumula perda de 1,71% no período. Mas no mês, o Ibovespa está positivo em 0,49%.

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Cooperação entre bolsas de Shanghai e São Paulo mostra dinamismo “emergente” de capitais


A Bolsa de Valores de Shanghai e a Bovespa, maior pregão da América Latina, assinaram nesta segunda-feira um Convênio de Cooperação Brasil-China. Isso permitirá a troca de informações técnicas e experiências, desenvolvimento conjunto de produtos de títulos e instalações de negócios, e a criação do mecanismo de troca de visitas de alto escalão.

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Para o presidente do Instituto Internacional de Finanças de Shanghai (PCEC, sigla em inglês), Lu Hongjun, a cooperação reflete uma nova tendência do mercado de capitais e deve estreitar a relação entre a China e o Brasil nas áreas financeira e comercial.

Lu disse que esta consiste em uma cooperação entre diferentes fusos horários e é uma nova tendência que surgiu no mercado de capitais após a crise financeira. A colaboração entre Shanghai e São Paulo representa uma nova plataforma do mercado financeiro, sendo uma cooperação significativa.

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Mercado na defensiva, Bovespa perde 1,22%


Em mais um dia de violência na Líbia, os investidores continuaram ontem fugindo do risco ao mesmo tempo em que começaram a embutir nos preços dos ativos o impacto que a alta do petróleo deve ter na inflação e, por tabela, na recuperação da economia global.

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Os sangrentos conflitos na Líbia elevaram o receio de alastramento da instabilidade para grandes produtores de óleo como Irã, Argélia e Arábia Saudita.

O ditador Muamar Kadafi disse ontem, em discurso transmitido pela televisão, que não vai abandonar o poder e prometeu morrer como mártir.

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2011 será o ano de empresas de consumo no Bovespa


O diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, acredita que o ano de 2011 na bolsa será marcado pela abertura de capital de empresas com atuação em setores associados ao consumo.

Durante cerimônia que marcou o início das negociações dos papéis da Droga Raia, o executivo enfatizou que outras empresas com perfil semelhante devem seguir o caminho da rede de varejo farmacêutico. "Acredito que boa parte dos IPOs (abertura de capital das empresas) será atrelada ao setor de consumo", destacou.

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Bovespa opera em baixa sob influência da Líbia


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia em baixa, em meio à tensão no exterior com a crise política na Líbia. Após o feriado de ontem, os mercados dos Estados Unidos também voltam a funcionar nesta terça-feira, o que deve gerar correções. Às 11h36 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) caía 1%, para 66.584 pontos.

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Na Líbia, a situação tende a se agravar. Os mortos já ultrapassam 400, os militares que se recusaram a matar os manifestantes desertaram e a delegação do país na Organização das Nações Unidas (ONU) renunciou, assim como alguns diplomatas e o ministro da Justiça, Mustapha Abdeljalil.

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Bovespa abre em queda, após novo compulsório chinês


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia em baixa, à mercê da volatilidade trazida pelo vencimento de opções na próxima segunda-feira. A nova alta do compulsório bancário na China, anunciada hoje, também traz pressão adicional ao mercado, já que empresas exportadoras tendem a sofrer com as medidas restritivas no gigante asiático.

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Às 11h10 (horário de Brasília), o Índice Bovespa (Ibovespa) recuava 0,36%, aos 67.439 pontos. No mercado de câmbio, o dólar comercial operava em leve alta de 0,1%, a R$ 1,665 na venda.