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Bovespa fecha abaixo dos 63 mil pontos em quase 1 ano


A Bovespa fechou abaixo de 63 mil pontos pela primeira vez desde julho de 2010 nesta segunda-feira (16), refletindo a aversão a risco e a queda das ações no mercado internacional. A bolsa brasileira recuou 0,64%, a 62.829 pontos – menor nível de fechamento desde 16 de julho. O giro financeiro do dia foi de R$ 8,09 bilhões.

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Pedro Galdi, analista da SLW Corretora, afirmou que o mercado “está acompanhando o mau humor externo … mais um dia de realização nos mercados, com bolsas pesadas, mercado de risco".
O papel preferencial (sem direito a voto) da Vale, que movimentou a maior parcela das opções com exercício, fechou em baixa de 0,28%, a R$ 42,15.

Bovespa opera em baixa


A Bovespa começou desde ontem a cumprir os prognósticos de uma semana volátil. O "termômetro" do mercado brasileiro de ações quase encostou nos 64 mil pontos logo pela manhã.

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A cena externa adversa, no entanto, contribuiu para que esse indicador encerrasse o pregão de ontem abaixo dos 63 mil, em seu menor nível de preços desde 16 de julho de 2010.

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Bovespa cai 1,2% e fecha no nivel mais baixo em quase um ano


A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em queda nesta sexta-feira (13). O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) perdeu 1,2%, aos 63.235,30 pontos. É a menor pontuação da Bolsa em dez meses, desde 12 de julho de 2010, quando marcou 62.960 pontos.

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Na semana, a perda acumulada foi de 1,83%. No mês o prejuízo passa de 4% e, no ano, acumula quase 9%.

No mercado americano, o índice Dow Jones caiu 0,79%, aos 12.596 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 1,21%, aos 2.828 pontos, e o S&P 500 perdeu 0,81%, aos 1.338 pontos.

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LinkedIn perto dos US$ 274 milhões na bolsa


A rede social LinkedIn, dedicada a conectar as pessoas segundo seus perfis profissionais, fixou seu preço no lançamento na bolsa entre US$ 32 e US$ 35 por ação, em uma Oferta Pública de Venda de Ações (OPV) com a qual procura arrecadar cerca de US$ 274,4 milhões.

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Segundo os documentos apresentados nesta segunda-feira na Comissão da Bolsa de Valores dos Estados Unidos (SEC, da sigla em inglês), a rede que conecta 100 milhões de pessoas em cerca de 200 países de todo o mundo planeja lançar 7,84 milhões de suas ações, em uma estréia que pode chegar na próxima semana.

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Queda de 0,66% da Bovespa, após alta do IOF


Ações do Santander caíram 3,15%, a segunda maior baixa do Ibovespa. Banco é o mais exposto a crédito ao consumo. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de 0,66% nesta sexta-feira, cotada em 68.718 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 5,84 bilhões. Na semana, o índice perdeu 0,8%, mas no mês registra leve alta de 0,2%.

No mercado americano, o índice Dow Jones caiu 0,24%, para 12.380 pontos, enquanto o Nasdaq recuou 0,56%, para 2.780 pontos, e o S&P 500 perdeu 0,40%, para 1.328 pontos. Na semana, o Dow Jones ficou praticamente estável, enquanto o Nasdaq e o S&P 500 recuaram cerca de 0,3%.

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Crise nuclear prossegue e Bovespa recua 1,50%


Depois de um início promissor ontem, quando o Ibovespa respirava com a recuperação da bolsa japonesa, a Bovespa perdeu o fôlego e passou a embutir nos preços a aversão ao risco que tomou conta dos agentes. O sinal se inverteu e foi piorando, à medida que o noticiário sobre o problema nuclear no Japão ganhava novos contornos.

A procura por ativos mais seguros ficou ainda mais forte com a informação de que a situação da usina nuclear de Fukushima estaria fora de controle, o que foi negado depois por autoridades. O Ibovespa fechou em baixa de 1,50%, aos 66.002,57 pontos, menor nível desde os 65.755,66 pontos de 11 de fevereiro passado. Na mínima, registrou 65.663 pontos (-2%) e, na máxima, pela manhã, 67.502 pontos (+0,74%). O giro financeiro totalizou R$ 8,634 bilhões.

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Risco pela situação japonesa derruba Bolsas


Embora a Bolsa japonesa tenha disparado 5,7% ontem, e recomposto parte das fortes perdas anteriores, os demais mercados não acompanharam o "otimismo" dessa praça financeira. Sobressaiu a preocupação com a crise nuclear no país asiático, agravada horas depois do fechamento em Tóquio.

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Autoridades internacionais multiplicaram as advertências sobre os níveis de radiação "extremamente altos" no complexo nuclear de Fukushima, o que fez disparar ordens de venda nas principais Bolsas. No Brasil, a Bovespa cedeu 1,5%, enquanto o dólar subiu para R$ 1,674, a maior taxa em cerca de dois meses. A derrocada foi pior nos mercados externos, com perdas de 1,7% em Londres, de 2,2% em Paris e de 2% em Nova York.

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