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Crise na Grécia afeta a Ibosvespa


A preocupação com o futuro da economia grega eo colapso dostítulos do sector da construção pesada para baixo hoje Ibovespa da Bolsa de Valores de São Paulo, que caiu 3,21 por cento, para fechar em 57,539 pontos.

A praça foi arrastado para a zona de perda pelo setor financeiro internacional, em um dia marcado pelo temor de que a Grécia foi forçada a abandonar o euro contra as dificuldades políticas em formar um novo governo que se comprometa a cumprir acordos ajuste fiscal.

A gravidade da crise na Europa, agora baixou para os principais mercados do continente e da Dow Jones New York Stock Exchange, também foi no chão de São Paulo, que havia negociado para baixo ao longo da sessão.

O Ibovespa, que na sexta-feira rendeu 0,43 por cento, hoje demitido 1.906 unidades.

A instabilidade dos mercados particularmente afectadas as ações do setor de construção, que sofreram perdas mais volumoso dias ao volante de São Paulo.

As ações ordinárias da construção Brookfield levou decliners com uma queda de 14,87 por cento, seguida pela PDG similar (-10,15 por cento) e Residencial Rossi (-9,51 por cento).

De acordo com declarações do fechamento, as empresas brasileiras somaram parquet 6.323 milhões de reais (cerca de 3,177 milhões de dólares) resultantes de operações 854.528.

As únicas acções que foram fechadas AmBev maior cervejaria preferencial, com um aumento tímido de 0,31 por cento.

No mercado cambial, o real desvalorizou hoje 1,73 por cento contra o dólar, que fechou a sessão a 1,988 reais para 1,990 para a compra e venda na taxa de câmbio comercial.

Durante certos períodos do dia, o dólar foi negociado atingiu 2,00 acima do real, mas, eventualmente, retardou a ascensão.

Pouco antes do encerramento do mercado de câmbio, o ministro das Finanças Guido Mantega disse que o governo “não se preocupa” a rápida depreciação do real frente ao dólar que ocorreu nas últimas semanas.

Mantega reiterou que o governo “nunca estabeleceu ou vai estabelecer uma” meta para o nível da moeda do país e disse que a sua contribuição depende do mercado.

 

Valorização dos títulos do petróleo e imobiliário


A valorização dos títulos do petróleo e imobiliário hoje solicitado um aumento de 2,12 por cento do índice Ibovespa da Bolsa de Valores de São Paulo, que subiu para 58,950 pontos, o maior nível desde maio.

A possibilidade de um aumento no preço da gasolina, o que deu a entender, sem elaborar o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, empurrado para cima as ações da estatal petrolífera Petrobras, que ganhou 5,43 por cento taxa do comum 4,59 por cento e o preferencial.

Papéis preferenciais da Petrobras foram os mais negociados no dia, com uma quota de 12,91 por cento, o que serviu para levantar o Ibovespa.

Eles também tiveram um papel de destaque no dia das ações da propriedade, liderada por Gafisa ordinária, que subiu 8,24 por cento, e Rossi (6,25 por cento), bem como os Usiminas siderúrgica, com avanços de 7,10 e 5,77 por cento dos papéis ordinários e preferenciais, respectivamente.

O espaço brasileiro, que na terça-feira caiu para 1,06 por cento hoje recuperado 1225 unidades.

O Ibovespa variou de uma pontuação mínima de 57,637 unidades (-0,15 por cento) para uma alta de 58.962 unidades (2,14 por cento).

O parque registrou um volume de negócios de 7.119 milhões de reais (3520 milhões dólares EUA), resultam em 847,361 operações.

Ações ordinárias da empresa rapé Souza Cruz liderou as perdas com uma queda de 2,93 por cento.

Na taxa de câmbio comercial, o real valorizou-se 0,29 por cento hoje contra o dólar, que encerrou a sessão cotado a 2.020 reais para compra e 2,022 para a venda.

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