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Etiqueta Arquivos: crise europeia

Pessimismo global causa perdas na Bovespa


A Bovespa refletiu o pessimismo generalizado dos mercados internacionais e fechou no vermelho, puxada pelas ações de siderúrgicas, em meio a dados desanimadores da economia chinesa.

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O Ibovespa fechou em baixa de 1,22 por cento, aos 62.697 pontos. O giro financeiro da sessão totalizou 4,95 bilhões de reais.

O foco das atenções nesta sexta-feira foi a notícia de que a China teve superávit comercial menor que o esperado em maio, em meio a fortes importações e menor demanda global por produtos do país.

“Cada um entende de um jeito, uns que vamos ter menos inflação no mundo. Outros, que teremos menos crescimento. Mas está um mau humor muito grande”, disse o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Lima Gonçalves.

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Bovespa recua novamente


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia em baixa, influenciada pela aversão ao risco, que predomina nos mercados internacionais. A escalada das preocupações com a solvência fiscal da Grécia inibe os negócios em todo o mundo. No Brasil, os dados sobre o comércio varejista também trazem um pouco de pressão. Às 10h19 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) recuava 0,28%, para 63.293 pontos.

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Em mais um capítulo da novela europeia, o Parlamento da Alemanha aprovou hoje uma possível nova ajuda à Grécia, contanto que os detentores de bônus privados e o Fundo Monetário Internacional (FMI) assumam responsabilidade parcial por qualquer novo socorro financeiro. A moção, contudo, ainda está longe de sinalizar uma solução definitiva para a crise das dívidas soberanas na Europa. Os líderes europeus precisam chegar a um acordo até o dia 20 deste mês, quando ocorre o encontro da União Europeia.

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Bovespa em busca de recuperação abre em baixa


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o dia em baixa, numa nova tentativa de recuperação, após as recentes quedas. Nem mesmo o inesperado aumento nos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos foi capaz de arrefecer os ganhos apontados em Nova York, onde tentam encerrar uma sequência de seis baixas consecutivas.

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No Brasil, a decisão amplamente precificada de novo aperto dos juros básicos desloca a atenção para a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana que vem. A ações da Brasil Foods também seguem em foco. Às 10h11 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) caía 0,02%, aos 63.020 pontos.

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Bovespa inverte comportamento de ontem influenciada por exterior e Palocci


O discurso do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, não impediu que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechasse em alta ontem. Mas hoje a história deve ser diferente.

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Os mercados internacionais continuam reagindo negativamente às ponderações feitas por Bernanke sobre a recuperação da economia norte-americana. No Brasil, esse impacto pode ser potencializado pela primeira crise política do governo de Dilma Rousseff. Às 10h11 (horário de Brasília), o índice Bovespa (Ibovespa) recuava 0,25%, aos 63.057 pontos.

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Bovespa avança 0,24% a pesar do comportamento exterior


A ausência de indicadores e de notícias sobre a situação grega abriu espaço para uma correção técnica e fez as bolsas subirem praticamente o dia todo. E seria assim, não fosse Ben Bernanke, o presidente do Banco Central americano (Federal Reserve), que no finalzinho da tarde deu declarações sobre a economia do país e fez as ações virarem para baixo na Bolsa de Nova York. Já a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) conseguiu se segurar perto do zero a zero, depois de ter subido mais de 1% no melhor momento do dia.

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O índice Bovespa (Ibovespa) encerrou o dia em alta de 0,24%, aos 63.217,85 pontos. No mês, acumula perda de 2,17% e, no ano, de 8,78%. O giro financeiro totalizou R$ 5,535 bilhões. Os dados são preliminares.

O presidente do BC americano disse nesta terça (7) que o crescimento da economia dos Estados Unidos em 2011 está bastante abaixo do previsto, mas que deve se acelerar no segundo semestre. Para ele, a política de acomodação ainda é necessária e as taxas de juros devem permanecer baixas por período prolongado. Ele ainda ressaltou que os efeitos do estímulo federal estão desaparecendo e que as condições, especialmente no mercado de mão de obra, são preocupantes.

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