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Começo de semana otimista na Bovespa


A Bovespa iniciou o segundo trimestre do ano mais otimista, acompanhando a performance do mercado acionário no exterior e voltou para os 65 mil pontos. Grande parte da alta de ontem é atribuída às ações da Vale e das siderúrgicas, que tiveram forte ganhos ontem.

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O Ibovespa encerrou esta segunda-feira com alta de 1,09%, aos 65 216,25 pontos. Na mínima, o índice atingiu 64.199 pontos (-0,48%) e, na máxima 65.593 pontos (+1,68%). O giro financeiro ficou em R$ 7,112 bilhões.

Para o operador de mesa da Diferencial Corretora Marco Aurélio Etchegoyen, o movimento de ontem também pode ser atribuído a uma correção, após a Bolsa ter registrado queda em março. “O mês começa um pouco mais otimista, mas é difícil dizer se é uma tendência”, disse Etchegoyen.

A ação ON da Vale subiu 2,59% e a PNA registrou ganho de 2,63%. Entre as siderúrgicas, Gerdau PN (+3,38%), Metalúrgica Gerdau PN (+3,20%), Usiminas PNA (+2,75%) e Siderúrgica Nacional ON (+1,92%).

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Bovespa interrompe sucessão de quedas e fecha em alta


Nesta segunda-feira (2), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou o pregão com ganhos de 1,09%, aos 65.216 pontos após operar em leve queda na manhã.

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O resultado segue a tendência das bolsas mundiais, que tiveram dia de bom humor depois da divulgação do PMI (Purchasing Manager’s Index) de manufatura da China, que se elevou 53,1 pontos em março, tendo seu melhor patamar em 12 meses. No cenário nacional, o destaque ficou para possível novo auxílio do governo à indústria nacional. O volume negociado foi de R$ 7,11 bilhões. O dólar fechou o dia com valorização de 0,33%, a R$ 1,8330.

No mercado nacional, destacaram-se as ações da Vale do Rio Doce, que detêm as maiores participações do Ibovespa. O papel ordinário da companhia teve alta de 2,59%, a R$ 44,01, enquanto os preferenciais tiveram ganhos de 2,63%, a R$ 42,55.

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Última semana de Março na Bovespa


DOW JONES

Março 5 Dow Jones

IBOVESPA

Março 5 Ibovespa

LAD MERCADO

Março 5 Lad Mercado

OBV – IBOVESPA

Março 5 Obv Ibovespa

LAD 16+

Março 5 Lad 16

CLX21

Março 5 CLX21

INDFUT PERPÉTUO

Março 5 Indfut Perpetuo

BOVESPA – SALDO DOS INVESTIDORES

Março 5 Bovespa Saldo dos Investidores

BM&F – SALDO DOS INVESTIDORES

Março 5 BMyF Saldo dos Investidores

Bovespa recua 1,98% em março com queda diária de 0,56%


No último pregão do mês, a Bovespa foi na contramão do mercado externo e amargou o quarto dia seguido de queda. Mas, no trimestre, apesar das incertezas externas, a Bolsa fez bonito e registrou a maior alta para um primeiro trimestre desde 1999. Ontem, o Ibovespa caiu 0,56%, aos 64.510,97 pontos.

bov3No trimestre, o ganho acumulado é de 13,67%. No mês, no entanto,o índice doméstico perdeu 1,98%, mesmo porcentual de queda verificado na semana. A Bolsa até ensaiou uma recuperação no início da sessão desta sexta-feira, mas a persistente preocupação com a China e a zona do euro falaram mais alto e o índice doméstico migrou para o negativo e se manteve nele até o final, ampliando a mínima perto do fechamento. Nem mesmo os dados econômicos nos EUA e o acordo fechado na Europa para aumentar a capacidade dos fundos de resgate da região ajudaram a Bolsa a se manter no terreno positivo.

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3ª pregão consecutivo de queda na Bovespa


O humor do investidor melhorou no final desta quinta-feira, mas não o bastante para livrar a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de emendar a terceira queda seguida, em meio a preocupações sobre a economia global. O Ibovespa teve queda de 0,32%, a 64.871 pontos, após ter chegar a recuar 1,51%, na mínima. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,97 bilhões.

bov2Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%, enquanto o S&P 500 caiu 0,16%.

Nos EUA, dados confirmaram que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3% no quarto trimestre, em linha com o esperado, mas os pedidos de seguro-desemprego ficaram em 359 mil na semana passada, ante expectativa de 350 mil.

“Estamos acompanhando os mercados externos”, afirmou o analista João Pedro Brugger, da Leme Investimentos. “O mercado ainda sente os números da economia chinesa”, completou ele, em referência aos últimos dados que reforçaram a percepção de desaceleração na economia do país asiático.

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Apos novidades dos EUA a piora do cenario faz Bovespa cair


No pregão desta quarta-feira (28), o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em queda de 1,45%, aos 65.079 pontos, influenciado pela piora no cenário externo após novos dados abaixo do esperado nos Estados Unidos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,79 bilhões. O dólar comercial encerrou o pregão desta quarta-feira em alta. A divisa fechou cotada a R$ 1,826 na compra e R$ 1,827 na venda, valorização de 0,56%

bov1O Banco Central realizou, por volta das 11h15 (horário de Brasília), um leilão de swap cambial reverso – derivativo que funciona como uma compra de dólares no mercado futuro – para rolar contratos com vencimento no início de abril. O BaCen vendeu todos os 41.200 contratos colocados, com um volume financeirode US$ 2,057 bilhões.

No mercado nacional, o grande destaque para as perdas do dia foram para a forte desvalorização das duas principais empresas do Ibovespa: Vale, que teve perdas de 1,91% no ON e 1,67% no PNA; e a Petrobras que apresentou reuco de 1,95% nos papéis ordinários e 1,72% nos preferenciais. Juntas, elas representam 23,1% do índice.

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Bovespa tem queda nesta terça-feira e dólar fecha em alta


O dólar comercial voltou a fechar com valorização nesta terça-feira, na segunda alta consecutiva, com os investidores ainda apreensivos com possíveis novas intervenções do Banco Central no mercado de câmbio e após a divulgação de dados mistos sobre a economia norte-americana. A moeda norte-americana fechou a R$ 1,8177 para venda, alta de 0,08%. Na segunda-feira, o dólar subiu 0,33%, cotado a R$ 1,8163 para venda.

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No mês, até esta terça-feira, o dólar acumula alta de 5,68%. No ano, após ter recuado mais de 9% ante o real, atualmente a queda está em 2,72%. O governo brasileiro começou a adotar ações para conter a valorização do real no começo de março e, no último dia 12, elevou para 6% a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre empréstimos externos com prazo de até cinco anos. Anteriormente, o prazo era de até três anos. Além dessas medidas, o BC tem atuado diretamente no mercado de câmbio, ainda que de forma esporádica, por meio de leilões de compra de dólares à vista, além de leilões de swap reverso, um derivativo que funciona como uma compra de dólares pelo BC no mercado futuro.

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