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No fim do dia, Bovespa fecha com alta de 2,57%


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acelerou os ganhos nos minutos finais do pregão acompanhando a forte alta dos mercados em Nova York, a qual já era observada desde o início da tarde. O Ibovespa fechou com valorização de 2,57%, aos 53.786 pontos, na máxima do dia. Na mínima, o índice chegou a cair 1,12%. No mercado de câmbio, o dólar teve queda de 0,19%, cotado a R$ 1,60.

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‘A Bovespa aguardou para ver a firmeza da alta em Nova York, mas acabou respondendo ao inusitado otimismo que tomou conta das bolsas americanas. A alta das ações da Vale e da Petrobrás e a recuperação dos papéis dos bancos, que estavam bem pressionados de manhã, ajudaram a colocar o Ibovespa para cima’, explica Romeu Vidali, gerente de renda variável da corretora Concórdia.

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Índice estável na Bovespa, mas o desempenho e o pior do mês


O principal índice das ações brasileiras fechou praticamente estável nesta segunda-feira, anulando a alta de mais de 2 por cento do começo do dia em uma sessão com o volume mais baixo do mês.

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O Iboves pa fechou com variação negativa de 0,01 por cento, a 52.440 pontos, perto da mínima do dia. O giro do pregão foi de 4,66 bilhões de reais, o mais baixo do mês de agosto. A média diária de volume no mês, até dia 17, é de 9,3 bilhões de reais.

O comportamento da bolsa brasileira foi parecido com o dos índices norte-americanos. O Standard & Poor’s 500 subiu apenas 0,03 por cento, após alta de quase dois por cento pela manhã. O Dow Jones avançou 0,34 por cento.

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Alta da Selic já é projetada pelos economistas no Brasil


O agravamento da crise global já leva alguns economistas de mercado a projetar uma queda da taxa básica de juros (Selic) neste ano, algo impensado duas semanas atrás. Embora ainda seja uma posição minoritária, chama a atenção porque revela que o cenário externo ganha cada vez mais peso nas análises de médio e longo prazos da economia brasileira.

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Até porque, internamente, a inflação continua pressionada, como mostrou ontem o IPCA-15 de agosto. A prévia do índice oficial do País subiu 0,27% e, nos últimos 12 meses, acumula variação de 7,10%. A meta do governo é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos para cima ou para baixo – entre 2,5% e 6,5%. Ou seja, a inflação está rodando, como se diz no jargão do mercado, acima do teto da meta.

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O que aconteceu no mercado da Bovespa nesta semana


As preocupações nas últimas semanas com a economia global, com os EUA perdendo a nota máxima do seus títulos e a crise da dívida na Europa, levaram a Bolsa de Nova York a ter o pior mês desde o início de 2009.

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O índice Dow Jones vem de quatro semanas seguidas de queda, com uma desvalorização acumulada de 14,7%. Ontem, ele recuou 1,6%, com os temores de uma nova recessão e também com os investidores preocupados com a reformulação da fabricante de computadores Hewlett-Packard, cujas ações desabaram 20%. O Dow Jones não tinha um resultado tão ruim em quatro semanas desde o período de fevereiro e março de 2009, ainda sofrendo os impactos da quebra do banco Lehman Brothers.

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Bovespa perde 1,92% na semana de olho nos EUA


A agenda estava esvaziada, mas o noticiário continuou ruim e imputou mais um dia de perdas às Bolsas de Valores. Ontem não foi diferente, mas, embora tenha acompanhado as perdas externas, a Bovespa mostrou alguma resistência, com alguns investidores aproveitando os preços baixos. Os papéis dos bancos, no entanto, repetiram o comportamento de seus pares no exterior e pressionaram o índice para baixo, assim como os das blue chips.

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O Ibovespa terminou o dia em queda de 1,29%, aos 52.447,63 pontos, voltando a acumular perdas na semana, de 1,92%. No mês, tem baixa de 10,84% e, no ano, de 24,32%. Na mínima do dia, ontem, registrou 52.336 pontos (-1,50%) e, na máxima, 53.601 pontos (+0,88%). O giro financeiro totalizou R$ 5,899 bilhões.

O que azedou o humor ontem foram duas notícias. O Banco Nacional da Suíça recorreu ontem à linha de swap de liquidez do Federal Reserve e tomou US$ 200 milhões, o que levantou a lebre sobre a saúde dos bancos suíços.

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Queda de mais de 3% em péssimo dia para os negócios na Bovespa e no mundo


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) refletiu o recrudescimento do pessimismo internacional com a economia dos Estados Unidos e o crescente temor de desaceleração do crescimento econômico mundial e teve forte queda nesta quinta-feira (18).

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O Ibovespa recuou 3,52%, aos 53.134 pontos. O volume financeiro do pregão foi de R$ 6,9 bilhões.

O receio de uma recessão mundial e a persistente preocupação pela crise da dívida na Europa fizeram as principais bolsas do velho continente fecharem com perdas próximas aos 5% nesta quinta-feira.

Valorização de 1,38% na Bolsa de Valores de São Paulo


Após grande oscilação durante a tarde desta quarta-feira, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia em alta. A principal bolsa brasileira encerrou o dia com valorização de 1,38%. A aceleração do mercado fez com que a Ibovespa se destacasse do senário internacional, voltando ao patamar de 55mil pontos.

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A evolução da Bovespa teria se consagrado com a compra de papeis da Vale e do setor bancário. No fim da tarde, operadores disseram que ainda haviam boas oportunidades de compra. A Vale PNA teve alta de 1,38%. O Banco do Brasil ON esteve entre as maiores altas do Ibovespa, com valorização de 3,52%. a Itaúsa PN também se destacou, com alta de 3,23%. A Petrobras teve alta menos significativa após a desvalorização no período da manhã. A Petrobras PN teve alta de 0,53% enquanto a ON subiu 0,35%.

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