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Segunda feira de baixas na Bovespa, dólar sobe 1%


A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operava em baixa nesta segunda-feira (14). Por volta das 16h, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) tinha desvalorização de 0,51%, aos 58.250,90 pontos.

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A cotação do dólar comercial operava em alta de 1,36% na venda, a R$ 1,768. O euro tinha alta de 0,43%, a R$ 2,407.

As Bolsas de Valores da Europa fecharam esta segunda-feira dia 14 em queda, conforme rendimentos recordes em um leilão de bônus da Itália lembrou os investidores que o país ainda enfrente uma elevada dívida.

A Itália pagou um rendimento recorde pelos bônus de cinco anos, com os investidores cautelosos em comprar a dívida do país antes de o novo governo adotar uma reforma.

As Bolsas de Valores asiáticas fecharam em alta, com esperança de que os novos líderes de Itália e Grécia tomem ações decisivas para salvar seus países da bancarrota e impedir uma crise financeira na zona do euro.

O presidente da Itália nomeou Mario Monti, ex-comissário europeu, para liderar um novo governo, com a tarefa de restaurar a confiança do mercado na terceira maior economia da Europa.

Enquanto isso, na Grécia, Lucas Papademos, ex-Banco Central Europeu (BCE), foi empossado como primeiro-ministro e está sob pressão para implementar reformas radicais.

APÓS O MERCADO ENCERRAR O DÍA

A véspera de feriado no Brasil, a agenda econômica vazia hoje nos Estados Unidos e a forte alta dos negócios locais na última sexta-feira fazem um convite para um dia de realização de lucros na Bovespa. O sinal negativo que prevalece nos mercados internacionais nesta manhã, digerindo o noticiário vindo da Itália, adicionam o ingrediente que faltava para essa receita. Ao meio-dia, no entanto, o Ibovespa resistia e conseguia ter leve alta de 0,11%, cotado em 58.608 pontos.

De fato, o fim de semana trouxe muitas novidades, principalmente na Itália. Com a aprovação do pacote de austeridade fiscal exigido pela União Europeia (UE) na Câmara e no Senado italianos, o primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, apresentou carta de renúncia no sábado, abrindo caminho para a formação de um governo tecnocrata. Agora, o economista Mario Monti, indicado para assumir o poder em Roma, deve submeter seu novo governo a um voto de confiança no Parlamento, o que deve acontecer até sexta-feira.

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