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Problemas na execução de ordens lideraram queixas em 2010


O sistema eletrônico que permite o envio de ordens de compra e venda de títulos diretamente no pregão causarem os maiores problemas na execução de operações e no Home Broker, divulgou o ombudsman da bolsa, Izalco Sardenberg, afirmando que foram as principais queixas feitas pelos investidores.

As reclamações responderam por 45% do total de reivindicações feitas à equipe do ombudsman no ano passado. Os investidores relataram demora excessiva, falhas e instabilidade da conexão nas operações pelo Home Broker.

Outro alvo de queixas são as dificuldades na transferência de custódia de mesma titularidade. Acontece que as corretoras demoram muito para realizar a transação daí que a BM&FBovespa decidiu promover uma mudança no procedimento.

As áreas de Fomento e Auditoria da bolsa decidiram incluir no Programa de Qualificação Operacional (PQO) um prazo máximo de 24 horas para esse tipo de operação, explicou Sardenberg. “Ficará estabelecido um prazo rigoroso de 24 horas, caso não haja pendência cadastral ou financeira”, explica. Segundo o ombudsman, as corretoras que não cumprirem a regra podem perder a certificação para atuar no mercado.

A fiscalização ficará a cargo da área de auditoria da bolsa, já que o ombudsman não tem poder punitivo, trata-se apenas de um canal de comunicação com os investidores.

No transcurso de 2010 foram recebidas 735 reclamações e as corretoras de valores continuam a liderar o ranking das instituições reclamadas, respondendo por mais da metade (63%) das demandas. O balanço de 2010 cita 13 reclamações relacionadas a indícios de fraudes e 11 sobre atrasos no repasse de proventos.

“Em momentos de crise, as pessoas ficam com mais dúvidas”, disse Sardenberg, que assumiu a função há um ano.

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