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O mundo financiero olha para Brasil


Recentemente a Bolsa brasileira de São Paulo, Bovespa, soa de forças das antigas BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros) e Bovespa (Bolsa de Valores), anunciava seus planos estratégicos. Esta instituição esta orientando seus esforços para se converter na segunda Bolsa do Mundo em valor de mercado num período de aproximadamente dois anos.

Esta noticia vem a ratificar a privilegiada posição que Brasil está tendo no contexto internacional desde o ponto de vista dos negócios e do comercio mundial. Alias, existe um fato que sem dúvida já está posicionando a Bolsa de São Paulo nesta direção.

 

A própria BM&F também acaba de anunciar o aumento de sua participação no CME, primeira bolsa do mundo por valor de mercado, passando de um 1,8% ao 5%, um movimento estratégico que continuará dando o que falar.

BM&F Bovespa e cada vez mais um mercado imprescindível nas mesas de negociação das entidades de primeira linha em todo o mundo e sua consolidação e um reflexo da evolução do Brasil já não só como potencia emergente e sim como uma realidade especialmente por ter seguido em alta nos piores momentos da crise financeira.

Brasil avança hoje com passos firmes no terreno econômico, social e inclusive geopolítico, que estão provocando não só o aumento dos fluxos de capital para o país. O mundo o reconhece com gestos que já começam a se comportar como um símbolo.

Vai sediar a cumbre sobre o clima em 2010 (Rio+20), sediar a Copa do Mundo de Futebol em 2014, e Rio de Janeiro vai receber os Jogos Olímpicos de 2016.

Desde Espanha não e fácil esquecer que faz relativamente pouco tempo, os mercados internacionais castigavam as empresas mais relevantes do IBEX 35 pela sua aposta decidida por América Latina em geral e Brasil em particular. Mesmo que, por outra parte, quem conhece tão bem o país como CMA, uma das mais antigas e consolidadas empresas de tecnologia para os setores financeiros e de commodities do Brasil, saberá que essa aposta não tem sido exclusiva da Espanha.

Desde já faz décadas estão presentes nesse mercado, companhias e instituições dos Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido, Japão, China, Holanda, Itália, Portugal, e um longo “entre outros”.

E desde aqui poderia se afirmar que mais uma dessas empresas que se estão beneficiando da crescente fortaleza do país.

Nomes como Petrobrás, Vale do Rio Doce, Braskem, Eletrobras, Bradesco, Itaú Unibanco, JBS, Souza Cruz, Cosan, Gerdau e muitas outras estão destinadas a se colocar numa posição relevante no mercado global. E por extensão nas opções de muitos investidores melhor informados do mundo todo.

Não podemos perder de vista o crescimento do Brasil, porque sem sombra de dúvidas e também o do seu mercado de valores, que caminha para ser o segundo do mundo.

Qualquer investidor, seja qual fosse seu perfil, deverá hoje se manter bem informado sobre a evolução não só do país em geral senão sobre a BM&F Bovespa e o resto das blue chips brasileiras em particular.

Brasil esta bem mais perto do que se pensa, e também as oportunidades que oferece para os investidores e as companhias espanholas, européias, americanas e asiáticas. O mundo financeiro olha para Brasil com olhos de bom namoro.

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