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O mercado da Inovação no Bovespa


Trata-se de um segmento de listagem à negociação de ações, que ja foi criado pela BOVESPA em junho de 2001. O novo mercado permite a negociação de ações emitidas por empresas que, sem obrigação, se comprometerem com as novas práticas de Governança Corporativa que vem sendo exigido pela legislação societária brasileira em curso.

A inovação exige das empresas participantes uma mudança cultural respeito à divulgação de informações amplas e objetivas. Isto acabou por despertar maior interesse de investidores nacionais e internacionais, e conseqüentemente melhores valorizações e maior liquidez das ações.

A rentabilidade é conseqüência dessa nova política adotada pelas empresas. Valores como a transparência e qualidade das informações delas empresas que negociam na Bolsa, em associo com alto grau de segurança aos direitos dos acionistas, permite trabalhar num mercado financeiro atraente.

A crescente confiança dos investidores e a diminuição da importância do especulador permitem uma visão de mais longo prazo, da qualidade real da empresa, e isto irá refletir no valor das ações.

A adoção de medidas traduzidas pelo Novo Mercado de Capitais vem possibilitando que as empresas abram o seu capital com resultados interessantes no atual estágio do desenvolvimento econômico. E um paliativo para superar alguns dos principais obstáculos de crescimento, tipo a falta de recursos para financiamento.

O volume financeiro das negociações de mercado à vista da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) alcançou os máximos níveis em sua história em 2010 além de não chegar até o fim do ano. No acumulado o volume totaliza US$ 706,6 bilhões, ultrapassando o recorde anual de 2008, de US$ 691,6 bilhões.

"O crescimento do valor financeiro da Bovespa foi constante de 2002 até o ano de 2008. Já em 2009, devido à crise internacional, a Bovespa movimentou US$ 590,4 bilhões", se informou. A consultoria agregou que de 2002 ao hoje a Bovespa registra um crescimento de 8,26 vezes em volume.

Estudando o mercado latino-americano também destacou Chile, México e Colômbia, que chegarem a máximas históricas de volume financeiro negociado em 2010. Reunidas as sete bolsas mais representativas da América Latina – considerando Peru, Argentina e Venezuela – já movimentaram US$ 920,16 bilhões.

A Bovespa controla o 76,8% do volume total da região. México aparece na segunda colocação com US$ 149,8 bilhões, e logo o Chile aparece com US$ 38,8 bilhões (4,2%). Colômbia e o quarto mercado com US$ 17,3 bilhões (1,9%). Entre os dez papéis com maior volume financeiro acumulado em 2010 no continente, nove correspondem a empresas brasileiras.

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