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O Bovespa de olho na China


Bovespa fechou em queda de 1,67% logo de ter descido aos 68 mil pontos na mínima do dia. O volume cresceu para R$ 9,8 bilhões. Dominou no mercado o temor que a China aumente os juros para aplacar qualquer efeito pela inflação.

A situação foi ainda pior pelas preocupações com a dívida soberana de Irlanda e Itália, pressionados a aceitar um pacote de resgate para evitar que a crise contagie outras economias. Preços da celulose ficam praticamente estáveis no front internacional.

Empresa finlandesa Foex publicou os preços de referência para investidores informando que celulose de fibra longa registrou baixa na semana passada, enquanto o preço da fibra curta ficou estável no mercado internacional.

O mercado norte-americano da celulose de fibra longa prossegue pressionado pelo clima no mercado global. Na Europa o segmento de fibra longa segundo consultoria lembrarem que o menor volume de pedidos e embarques do papel não produzido a base de madeira ofusca o cenário de celulose da região, enquanto que o segmento de pacotes e lenços continuam a demandar mais fibra.

No mercado chinês a empresa ressaltou que a elevação na oferta regional da matéria-prima também aumentou as pressões nos preços. Ao mesmo tempo ressaltou a reabertura de fábricas na Indonésia e a maior produção em grandes plantas

O analista Leonardo Alves avaliou o desempenho das cotações: "os preços da celulose de fibra curta, tipo de celulose produzido pelas grandes exportadoras brasileiras, segue estável na Europa e com pequenas quedas nos demais mercados, o cenário continua positivo para as empresas brasileiras, que devem garantir boas margens de lucro também nos próximos trimestres", disse.

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