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Forte queda da Bovespa nesta segunda-feira


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu cerca de 2% nesta segunda-feira (6), ao acompanhar o pessimismo dos mercados globais com a fraqueza econômica dos EUA e a crise na zona do euro. O Ibovespa recuou 1,98%, aos 63.067 pontos, na maior queda diária desde 9 de fevereiro, quando caiu 2,36%. O volume financeiro do pregão desta segunda-feira foi de R$ 5,99 bilhões.

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Ao longo do ano, o principal índice do mercado acionário brasileiro tem queda acumulada de 9%. Depois de alimentar nos últimos dias expectativas de que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI) dariam um novo socorro à Grécia, nesta segunda-feira os investidores passaram a embutir nos negócios a possibilidade de revés, após o próprio governo grego afirmar que um pacote ainda não estava fechado.

O principal índice acionário da Europa caiu para o menor patamar em 11 semanas, puxado sobretudo por ações de bancos.

O mesmo segmento também foi um dos vilões na Bolsa de Nova York, onde os principais indicadores voltaram às mínimas desde março, em meio a um pessimismo com os indicadores mais recentes da economia dos Estados Unidos que mostraram uma recuperação mais lenta que a prevista.

A bolsa paulista vinha esboçando resistência a essa maré negativa desde sexta-feira, quando o Ibovespa subiu na contramão internacional. Com a persistência do pessimismo global, que também empurrou as commodities ladeira abaixo, os investidores mudaram de mão.

"Nós tínhamos descolado de Wall Street, mas o cenário manteve-se de baixa, por isso tivemos um alinhamento", disse Rodrigo Falcão, operador da corretora ICAP.

O papel preferencial da Petrobras , refletindo a baixa nas cotações do petróleo, caiu 2,44%, a R$ 23,20. OGX foi ainda mais longe, tombando 3,8%, a R$ 15,18.

Setores como o imobiliário e o de siderurgia caíram em bloco. Brookfield, uma das piores do dia, perdeu 4,43%, a R$ 8,41. Entre as fabricante de aço, o papel preferencial da Usiminas perdeu 4,05%, a R$ 14,46.

O setor bancário, seguindo a influência externa, também performou mal, com Itaú Unibanco puxando a fila, com baixa de 2,32%, a R$ 35,02.

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