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Estrangeiros mostram menor apetite por ações


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começa o dia com oscilação. Após abrir em leve alta, às 12h27 apresenta queda pequena, de 0,07%.

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Os estrangeiros dão sinais de que não devem manter o fluxo visto no primeiro mês do ano; entretanto, apesar da saída de R$ 383 milhões na última quarta-feira (dia 15), a Bovespa registra saldo acumulado de R$ 7,395 bilhões em capital externo neste ano. Em igual período do ano passado, havia um déficit de R$ 1,555 bilhão em recursos estrangeiros, segunda dados da BM&FBovespa.

No dia 15, o Ibovespa fechou em alta de 0,51%, aos 65.368,49 pontos, após atingir pela manhã a máxima de 66.004 (+1,48%). O giro financeiro totalizou R$ 19,361 bilhões, influenciado pelo exercício de Ibovespa futuro.

Como os “comprados no índice” eram maioria naquele pregão, a pressão de alta prevaleceu o dia todo, a despeito do cenário externo desfavorável e da queda das blue chips Vale a Petrobras, o que também explica parte da saída dos estrangeiros, segundo profissionais de mercado.

No entanto, analistas observam que após o recorde em janeiro, quando os estrangeiros ingressaram com R$ 7,168 bilhões em 21 um pregões consecutivos, o mês de fevereiro indica que o apetite desses investidores diminuiu um pouco. Eles avaliam que o grande volume que entrou na Bovespa no primeiro mês do ano se explica em partes pelo reposicionamento de grandes fundos internacionais em ações de mercados emergentes.

Segundo os analistas, o Brasil foi o principal destino por conta do desconto em papéis de companhias estratégicas depois da queda de 18% do Ibovespa em 2011 e ao mesmo tempo em função da perspectiva positiva para o cenário macroeconômico doméstico em 2012. “Esses ajustes já foram realizados em janeiro e provavelmente teremos uma diminuição do fluxo ao longo das próximas semanas”, acredita Márcio Cardoso, diretor da Título Corretora.

Em fevereiro, a bolsa acumula um saldo de capital externo de R$ 227 milhões. A cifra é resultado de compras de R$ 40,151 bilhões e vendas de R$ 39,924 bilhões. Nos primeiros quinze dias de janeiro, as compras superavam as vendas em R$ 2,478 bilhões.

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