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Categoria Arquivos: Investimentos

Quarta semana de Março na Bovespa


DOW JONES

Março 4 Dow Jones

IBOVESPA

Março 4 Ibovespa

LAD MERCADO

Março 4 Lad Mercado

OBV – IBOVESPA

Março 4 Obv Ibovespa

LAD 16+

Março 4 Lad 16

CLX21

Março 4 CLX21

INDFUT PERPÉTUO

Março 4 Indfut Perpetuo

BOVESPA – SALDO DOS INVESTIDORES

Março 4 Bovespa Saldo dos Investidores

BM&F – SALDO DOS INVESTIDORES

Março 4 BMyF Saldo dos Investidores

Lucro abaixo de previsões faz BRF despencar


A BRF – Brasil Foods SA, maior exportadora brasileira de aves, registra hoje a queda mais acentuada em seis meses após divulgar resultados do quarto trimestre abaixo do previsto. O lucro foi afetado por uma despesa com impostos para a incorporação da Sadia SA e custos mais altos.

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Brasil Foods caía 1,9 por cento para R$ 35,85 às 12:24 em São Paulo, terceira maior queda entre os 70 papéis que compõem o Ibovespa. Mais cedo, a ação chegou a cair 4,2 por cento, a maior queda desde 22 de setembro.

O lucro líquido ficou em R$ 121 milhões, em comparação aos R$ 360 milhões de um ano antes, disse a empresa em comunicado ontem. A previsão média na consulta da Bloomberg a nove analistas era de que a empresa apresentasse um lucro líquido ajustado de R$ 472,7 milhões para o período.

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Terceira queda seguida da Bovespa de olho na China


A China e a zona do euro mais uma vez espalharam temores sobre o ritmo de crescimento da economia global e a aversão ao risco cresceu hoje. Com isso, a Bovespa fechou em queda pelo terceiro dia consecutivo, de 1,54%, aos 65 828,19 pontos – a menor pontuação desde o último dia 6, quando registrou 65.114,15 pontos.

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O movimento foi puxado por ações da Vale e Petrobras, siderúrgicas e bancos. Os principais papéis do índice têm correlação com commodities e, por isso, são fortemente influenciados negativamente. No caso das instituições financeiras, a queda é atribuída a uma realização de lucros, já que o setor, mesmo com os recuos recentes, ainda acumula alta no ano.

A exceção fica por conta do Banco do Brasil, que ainda está sendo influenciado pela preocupação dos investidores com possível ingerência do governo.

No pior momento do dia, o Ibovespa atingiu a mínima de 65.538 pontos (-1,98%) e, na máxima, 66.860 pontos (estável). O giro financeiro ficou em R$ 6,740 bilhões.

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Petrobras, siderúrgicas e bancos fazem bovespa cair


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou esta quarta-feira no vermelho, puxada pela queda de ações com forte peso no seu principal índice, como Petrobras e os setores siderúrgico e bancário. O Ibovespa – principal índice da bolsa paulista – caiu 0,65%, a 66.860 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,31 bilhões.

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Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,35%, enquanto o Standard & Poor’s 500 perdeu 0,19%. “O comportamento foi morno. O discurso do Bernanke (presidente do Federal Reserve) não foi decisivo, falando o que todo mundo já sabe”, afirmou o economista da Tov Corretora, Pedro Paulo da Silveira.

Outro elemento que influenciou os negócios foi o dado de vendas de casas usadas nos EUA, com queda inesperada em fevereiro, de 0,9%. Para o economista, embora negativo, o dado tem importância menor. “Todo mundo esperava um dado que confirmasse que a economia americana está se recuperando. O dado não confirmou isso, mas tem importância secundária”, disse.

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Temores de desaceleração na China, faz Bovespa cair


A bolsa brasileira registrou queda no pregão desta terça-feira, influenciada por novas declarações sobre a desaceleração do crescimento econômico da China e a redução da demanda do país por minério de ferro, o que prejudicou as ações da Vale.

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O Ibovespa caiu 0,64 por cento, a 67.295 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 5.61 bilhões de reais.

Em Nova York, o índice Dow Jones caiu 0,52 por cento, enquanto o S&P 500 perdeu 0,3 por cento.

“O mercado está sem definição. O que aconteceu foi uma realização com as notícias lá de fora, de que a demanda (da China) por minério de ferro será menor”, afirmou o sócio-diretor da Título Corretora, Marcio Cardoso.

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Bovespa quase estável, dolar sobe novamente


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta segunda-feira em leve alta de 0,07%, aos 67.730 pontos. O resultado foi efeito do bom desempenho das ações da Vale, da Petrobras e da OGX na sessão. Além disso, o dia contou com o vencimento de opções sobre ações, levando o volume negociado a R$ 12,48 bilhões. O dólar respeitou o piso informal de R$ 1,80 durante todo o pregão, mas retomou a alta, valorizando 0,32%, a R$ 1,8062.

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Pela manhã, a bolsa foi marcada pela volatilidade, fato comum em dias de vencimento de opções. Mas, passado o vencimento, o mercado acompanhou as ações que mais realizaram opções. A mínima do dia foi de 67.547 pontos (-0,20%) e a máxima, 68.159 pontos (+0,70%).

O Banco Central divulgou seu relatório semanal Focus, que manteve as principais projeções para o Produto Interno Bruto, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e para a taxa básica de juros (Selic). No entanto, analistas de mercado divergem sobre o resultado para a inflação no ano e a incerteza se refletiu no mercado.

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Terceira queda seguida da Bovespa, dólar opera quase estável


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou sua terceira queda sucessiva nesta sexta-feira (16), com desvalorização do Ibovespa, seu principal índice, em 0,10%, aos 67.684 pontos. O dia foi de oscilação, com o Ibovespa chegando a operar em alta em quatro momentos distintos, oscilando entre 0,59% de ganhos na máxima e 0,36% de perdas na mínima. O volume negociado na sessão foi de R$ 6,94 bilhões.

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No acumulado da semana, a bolsa fecha em alta de 1,47% por conta dos fortes ganhos da terça-fera (13), quando apresentou valorização de 3,03%. No entanto, os outros quatro pregões tiveram desempenho negativo.

O dólar encerrou o pregão em leve baixa, por conta da instabilidade e pelo anúncio da redução de 1% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de hedge cambial em contratos de derivativos dos exportadores. A divisa norte-americana recuou 0,02% e finalizou o dia a R$ 1,8034 para venda. No acumulado da semana, porém, a moeda registrou valorização de 1,03% frente ao real.

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