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BOVESPA: Quebra seqüência negativa e avança 0,31%


Em quanto aos resultados do dia, das 63 companhias que formam parte do índice Bovespa, 31 subiram, 29 caíram, e 3 permaneceram sem mudanças.

A Bolsa do Brasil, a Bovespa, principal referente de mercado de São Paulo, finalizou o pregão de hoje com movimentos de alta, após ter sofrido uma queda por três pregões consecutivos causado por um incerto panorama perante a situação da Grécia, hoje se empolga na linha com os mercados externos.

O Bovespa se colocou nas 69,041 unidades registrando um avanço de 0,31%, entanto que em Buenos Aires, o Merval fechou com movimentos de alta, se colocando nos 2,413.67 pontos o que representa um ganho marginal de 1,37%, a bolsa argentina registrou seu máximo histórico empolgado pelo setor bancário, após que o ente regulador dos Estados Unidos informara a aprovação da proposta de troca de dívida que empolga o país.

Os mercados estadounidenses olharam bem a aprovação da reforma sanitária, sendo observada como a maior transformação do sistema de saúde estadounidense, se obtendo a aprovação da câmara de representantes na noite do domingo.

A nova lei estenderá a cobertura de saúde para 32 milhões de estadounidenses que ainda não contam com seu seguro de saúde, segundo a oficina de orçamento do congresso.

Pela sua parte, o resultado dos mercados asiáticos, principalmente o chinês, está incentivando a alta dos mercados, que ainda estão recebendo os efeitos da decisão da Fed de manter sem mudança as taxas de juros.

Pelo anterior, em quanto aos resultados do dia, das 63 companhias que formam o índice BOVESPA, 31 subiram, 29 caíram e 3 permaneceram estáveis.

As ações da petroleira estatal Petrobrás, se mantiveram com relação ao pregão de ontem, em 40,55 reais por ação, entanto que as da gigante Vale aumentaram um 1,35% se cotando em 53,89 reais por título.

Pela sua parte os papeis do Itaú-Unibanco avançaram 1,48% chegando a 53,89 reais. Em tanto que as ações do Banco do Brasil, o maior banco de empréstimos da América Latina, ganharam 0,44% se colocando em 29,63 reais por ação.

No mercado cambiário, o real brasileiro fechou em baixa frente ao dólar, pressionado pelos temores gerados pela dívida da Grécia e medo que a suba das taxas da Índia, possa ser copiada por outros importantes países, se colocando nos 1.8000 reais perante o dólar, comparado com o fim de jornada da sexta feira passada com o dólar cotando em 1,7965 reais por dólar.

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