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Bovespa oscila sem tendência firme; dólar vale R$ 1,76


A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) oscila de maneira instável, sem firmar tendência, na rodada de negócios desta quarta-feira, com a expectativa dos investidores pela reunião do Copom, que encerra hoje após o fechamento das Bolsas.

bovespa

O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, tem leve alta de 0,02%, aos 55.040 pontos. O giro financeiro é de R$ 2,07 bilhões.

O dólar comercial é negociado por R$ 1,766, em um avanço de 0,45% sobre o fechamento de ontem. A taxa de risco-país marca 230 pontos, número 0,43% acima da pontuação anterior.

As principais Bolsas europeias registram ganhos de 0,62% (Londres) e 0,40% (Paris). Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 0,38%.

Entre as primeiras notícias do dia, o governo americano revelou que a taxa de inflação desacelerou nos últimos meses: o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) dos Estados Unidos teve alta de 0,3% no mês passado, ante 0,4% em agosto e 0,5% em julho. O indicador surgiu em linha com as expectativas do setor financeiro.

Os mercados ainda reagem à novidade sobre um possível acordo entre França e Alemanha para reforçar o fundo de estabilidade financeira europeu. Inicialmente, o jornal britânico The Guardian havia mencionado o valor de 2 trilhões de euros –o valor atual da capacidade de financiamento desse fundo é de 440 bilhões.

Mas hoje, a imprensa alemã trouxe uma notícia apontando um valor menor, de 1 trilhão de euros, o que não foi confirmado pelo ministério das Finanças local.

Por enquanto, essas especulações ajudam a compensar o impacto negativo de outra notícia revelada ontem: o novo rebaixamento do “rating” (nota de risco de crédito) da Espanha, pela agência Moody’s.

Além de monitorar as novidades sobre a crise europeia, investidores e analistas também devem aguardar o famoso ‘Livro Bege’, um influente relatório elaborado pelo Federal Reserve (o banco central dos EUA) sobre o estado atual da economia americana.

No front doméstico, os agentes financeiros operam à espera da reunião do Copom, que anuncia depois do fechamento dos negócios a nova taxa básica de juros. Boa parte dos economistas acredita num ajuste dos atuais 12% ao ano para 11,50%.

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