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Bovespa opera em baixa e dólar sobe


A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) operava em baixa nesta quarta-feira (28). Por volta das 14h40, o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) caía 0,48%, aos 53.660,68 pontos. Em Wall Street, o índice Dow Jones caía 0,44%.

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A cotação do dólar comercial seguia em alta de 1,22% na venda, a R$ 1,827. O euro tinha valorização de 1,28%, a R$ 2,485.

Bolsas internacionais

As principais bolsas europeias encerraram a quarta-feira em queda, com investidores em busca de lucros rápidos após as fortes altas de ontem, quando as bolsas da região apresentaram ganhos em torno de 5%.

Os mercados acionários da Ásia fecharam sem rumo comum, diante das inquietações com os problemas da dívida soberana na Europa. Depois do otimismo de que estaria perto uma solução para a crise europeia, os investidores começaram a colocar em dúvida se tal sentimento não teria sido precipitado.

Em Tóquio, o Nikkei 225 fechou com valorização de 0,07%, aos 8.615,65 pontos. O S&P/ASX 200, de Sydney, registrou elevação de 0,87%, para 4.039,50 pontos.

Em sentido contrário, o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,66%, somando 18.011,06 pontos. O Kospi, de Seul, recuou 0,73%, ficando em 1.723,09 pontos. O Shanghai Composite, da praça de Xangai, cedeu 1,19%, se situando em 2.392,06 pontos.

Parlamento da UE aprova plano

O Parlamento Europeu aprovou um plano de governança econômica europeia, a receita de Bruxelas para sair da crise e que prevê sanções aos países-membros que não cumprirem com os objetivos de deficit e dívida.

Os eurodeputados aprovaram as seis iniciativas legislativas que fazem parte deste plano e cuja negociação levou um ano desde a apresentação. O atraso ocorreu por causa das reservas dos estados-membros em aceitar as sanções da Comissão Europeia.

Bruxelas terá poder para recomendar sanções de até 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) aos países que superem 3% do deficit e 60% da dívida pública, apesar de poder vetar a multa com o apoio de nove dos 16 sócios do euro.

China deve aumentar em 60% importação de minério de ferro

A importação de minério de ferro pela China pode chegar a 1 bilhão de toneladas até 2015, alta de cerca de 60% sobre o ano passado, com o maior produtor de aço do mundo mostrando capacidade de lidar com uma potencial recessão em economias desenvolvidas, disseram mineradoras.

A China é o maior comprador de matérias-primas para a produção de aço e a grande demanda chinesa tem estado por trás do forte preço do minério de ferro no mercado à vista, que a preços acima de US$ 170 por tonelada, quase triplicou em relação ao fim de 2008.

A mineradora australiana Fortescue Metals Group, que vende quase todo o seu minério de ferro para a China, previu, em conferência na cidade chinesa de Qingdao, que a importação chinesa de minério de ferro crescerá para 1 bilhão de toneladas até 2015.

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