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Bovespa fecha positiva com ganho de 0,65%


A Bovespa teve uma recuperação somente moderada após três sessões consecutivas de baixa, seguindo de perto a melhora vista nas Bolsas europeias e americanas. O índice Ibovespa, o termômetro dos negócios da Bolsa paulista, avançou 0,65% no fechamento, batendo os 51.013 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,89 bilhões.

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As principais Bolsas europeias encerraram os negócios mostrando ganhos significativos, de 3,19% em Londres, de 4,32% em Paris e de 4,91% em Frankfurt. Nos EUA, a Bolsa de Nova York subiu 1,21%.

Para Leandro Martins, analista-chefe da corretora Walpires, o mercado brasileiro de ações precisa manter o patamar dos 50 mil pontos no curto prazo, para evitar uma queda maior. “O mercado tem que segurar o patamar atual. Se começar a oscilar abaixo dos 50 mil, a situação vai ficar feia. Pode haver uma sequência de acionamento de ´stops´ que deve ser muito intensa”, comenta.

Martins contava que os investidores tivessem ânimo suficiente para manter o Ibovespa acima da marca dos 54 mil pontos, o que aumentaria as chances de um retorno para a casa dos 58 mil.

A semana final de setembro não trouxe o cumprimento dessas promessas, e agora, ele (bem com outros analistas) avaliam as chances de que novas ordens de venda empurrem o Ibovespa para o patamar dos 48 mil pontos, o “piso” deste ano. Para a análise técnica (que se baseia em gráficos para detectar tendências da Bolsa), esses patamares de preço são importantes. Para alguns valores do Ibovespa, uma quantidade significativa de ordens de venda pode estar pré-programada, numa indicação de que a partir daquele limite uma quantia significativa de investidores opta por ficar de fora.

Investidores e analistas se animaram com as notícias uma suposta recapitalização dos bancos europeus. O braço executivo da UE, a Comissão Europeia, negou a informação, mas fez recomendações de que os governos tomassem medidas nesse sentido para salvaguardar o sistema bancário europeu. Com a Grécia à beira de um “default” (suspensão de pagamentos), economistas em todo o mundo se preocupam com as condições financeiras dos bancos no Velho Continente, já que boa parte deles estão carregada de títulos do país mediterrâneo, e de outras nações europeias, que também sofreriam as consequências de um calote grego.

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