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Bovespa fecha em leve alta de 0,52%


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu o pregão em baixa e chegou a recuar 0,81% na mínima do dia, mas conseguiu inverter o sinal e sustentar uma leve alta. No fechamento, o Ibovespa subiu 0,52%, aos 58.559 pontos. O índice da bolsa paulista acumula ganho de 0,38% em novembro, mas perde 15,50% em 2011.

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A ausência de notícias relevantes no exterior, especialmente na Europa, fez com que a Bolsa se sustentasse neste patamar dos 58 mil pontos. 'Os problemas europeus continuam os mesmos e o mercado brasileiro já precificou este cenário', diz Luiz Roberto Monteiro, da corretora Renascença.

Segundo o operador de renda variável, a Bovespa está trabalhando com um nível de suporte entre 57 e 58 mil pontos, enquanto a resistência está entre 60 e 61 mil pontos. 'É necessário que algum fato novo se concretize para que o Ibovespa rompa alguma dessas barreiras para cima ou para baixo', explica ele.

Dentre as ações que possuem maior peso no Ibovespa, Petrobrás PN subiu 0,87% e ON teve alta de 1,60%, enquanto Vale PNA valorizou-se 0,74% e ON ganhou 0,84%. As maiores altas do índice foram lideradas hoje por JBS ON (+6,48%), Klabin PN (+5,37%) e Eletrobras PNB (+3,14%).

Nesta quarta, o economista Mario Monti, de 68 anos, tomou posse oficialmente como primeiro-ministro da Itália, encerrando os 17 anos de hegemonia do magnata Silvio Berlusconi sobre a política italiana. Além de premiê, Monti irá acumular o cargo de ministro da Economia e terá como tarefa resgatar o país da crise da dívida e evitar o colapso econômico.

'O mercado agora está especulando com os treasuries dos países', alerta Monteiro. O yield (rendimento) do bônus da Itália voltou a superar o preocupante patamar de 7%, apesar de informações de traders de que o Banco Central Europeu (BCE) comprou quantias significativas de títulos de Itália, Espanha e Portugal.

Na Grécia, um novo governo também tomou posse. A coalizão liderada por Lucas Papademos recebeu, por 255 a favor e 38 contra, o voto de confiança do Parlamento, eliminando a última barreira para sua oficialização. O novo primeiro-ministro aproveitou para reafirmar os planos de reformas e descartou a saída do país da zona do euro.

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