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Análise Técnica de Ações – GAPS: tipos e significados – Parte 2


Ver Parte 1

Gaps são áreas no gráfico na qual não ocorreu negociação. Um gap numa tendência de alta é formado quando os preços abrem acima da cotação do dia anterior e este hiato ( “gap” ) não é fechado durante o pregão. Numa tendência de baixa ocorre o inverso: os preços abrem num nível mais baixo do dia anterior e este hiato não é fechado posteriormente.

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“Gaps” para cima são mostras de vitalidade do mercado, enquanto “gaps” para baixo são demonstrações da sua fraqueza. “Gaps” aparecem mais em gráficos de barras diários mas podem também aparecer (embora raros) em gráficos semanais e mensais.

III – MIDWAY GAP

Depois de uma tendência já vir se desenvolvendo há algum tempo, os preços formam por volta do meio do movimento um ou vários gaps seguidos. Estes gaps são conhecidos como “midway gap” e permitem que se faça uma projeção para cima (no caso de uma tendência de alta) igual ao movimento total já ocorrido.

Estes gaps são evidentemente uma demonstração de força da tendência (seja de alta ou de baixa). Mas são de difícil identificação num primeiro momento já que podem ser confundidos com os gaps de exaustão que ocorrem no final de uma tendência. Eles são geralmente acompanhados por alto volume de negócios com o preço de fechamento ocorrendo próximos ao “high” do dia.

Os midway gaps não são prontamente fechados, constituindo-se em importantes níveis de suportes ou de resistências quando de posteriores correções técnicas ou reversão de tendência.

Exemplo – Exemplos de Gap’s

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Vê-se neste exemplo (Café – Nova York) o gap de exaustão (5) e midways gaps (1) e (2) com seu objetivo técnico tendo sido atingido. Notar que o midway gap serviu de suporte posteriormente no ponto (3). Notar também o breakway gap (4) formado quando da quebra do topo atingido em começo de Novembro/85.

IV – GAP DE EXAUSTÃO

Este último tipo de gap que ocorre no final de uma tendência, ocorre normalmente depois de um rápido avanço ou declínio dos preços o que faz confundi-lo com o “midway gap”. Na maioria dos casos as tendências começam acelerando-se cada vez mais até que pouco a pouco perdem força quando resistências (ou suportes) cada vez mais fortes começam a diminuir-lhes o seu “ímpeto”. Entretanto, existem casos nos quais tendências com grande força não ostram evidências de perder “momento” mas, ao contrário, vão acelerando-se cada vez mais até que em um determinado ponto revertem radicalmente de direção.

Os gaps de exaustão são formados exatamente no final da tendência quando esta, num “último suspiro”, forma um gap, negocia um ou poucos dias neste nível de preços, e depois reverte de direção fechando-o prontamente.

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