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Analisando a mecânica do mercado das Bolsas de Valores


Partindo da teoria estabelecida por Charles H. Dow (o Dow do Dow Jones), no final do século 19, hoje é universalmente aceito que os mercados têm normalmente quatro fases distintas:

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A acumulação, quando existe um equilíbrio entre demanda e oferta, um movimento lateral dos preços; a alta, quando a maioria do mercado passa a demandar o ativo; a distribuição, que é o final da alta e o início da baixa, quando de novo existe um equilíbrio e finalmente a baixa, onde evidentemente a maioria do mercado está vendendo o ativo.

Justamente o objetivo da análise técnica é localizar essas fases e até antecipar a sua eventual ocorrência, através dos padrões gráficos que cada uma dessas fases mostrou, ao longo dos tempos, como impressões digitais de sua presença.

Nas décadas de 1930 a 1940, R. N. Elliott lançou sua teoria das Ondas, que não difere muito da essência dos princípios de Dow, mas que definiu os Ciclos do mercado como sendo composto de dois conjuntos de ondas: um conjunto de cinco ondas (alta) e outro de três ondas (baixa).

Em ambos, alternam-se movimentos de alta e de baixa, sendo que no primeiro conjunto as ondas 1,3 e 5 são de alta e as ondas 2 e 4 de baixa ou correções.

No segundo conjunto, as ondas a e c são de baixa e a onda b é um repique de alta. Além disso, as ondas podem se subdividir, seguindo o mesmo esquema. Elliott formulou vários teoremas e premissas para permitir a complexa tarefa de fazer a contagem e encontrou a Série de Fibonacci como base matemática para suas teorias.

Nessa série, cada elemento é igual à soma dos dois anteriores (0,1,2,3,5,8,13…) e muitos fenômenos da Natureza a seguem. Embora de difícil utilização, a teoria de Elliott tem excelente aplicação na localização das fases dos ciclos de mercado e permite muitas vezes miraculosas projeções de preços.

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