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Alta de 2,48% na Bovespa e a maior alta desde 06 de dezembro


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão de ontem com alta de 2,48%, aos 59.265 pontos, depois de fechar 822.868 contratos no valor total de R$ 6,386 bilhões.

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Foi a maior valorização desde 6 de dezembro, quando o Ibovespa, principal índice da Bovespa, atingiu 59.536 pontos. Em contrapartida, o dólar perdeu 1,97% no dia, cotado a R$ 1,83 (compra) e a R$ 1,832 (venda).

O movimento favorável no mercado de ações refletiu as boas notícias de recuperação do índice de compras na China, a redução do nível de desemprego na Alemanha e o melhor desempenho da indústria norte-americana nos últimos seis meses, em dezembro, de acordo com a avaliação de Reginaldo Galhardo, da Treviso Corretora de Câmbio.

No âmbito interno, o comunicado da Petrobras à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na noite de ontem (2), sobre a descoberta de petróleo e gás natural de “excelente qualidade”, no litoral do Espírito Santo, também estimulou os investidores desde cedo, segundo ele.

A procura por papéis da empresa aumentou ainda mais, no decorrer do dia, depois da informação de extração recorde de petróleo no mês de novembro, quando a produção nacional foi de 2,18 milhões diários de barris (o barril corresponde a 158,98 litros).

O pregão da Bovespa começou já com a combinação de dados positivos do exterior, com as principais bolsas da Europa em forte ritmo de recuperação, o que se confirmou no fechamento do principal indicador de ações do Velho Mundo, o FTSEurofirst 300, com alta de 1,56% – o melhor nível dos últimos cinco meses. Também fecharam em alta: Londres (2,29%), Frankfourt (1,52%), Lisboa (1,6%), Milão (1,24%), Paris (0,72%) e Madri (0,10%).

O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, também teve ganho acentuado de 1,67%, impulsionado, em parte, pelo avanço de US$ 4,13 no preço do barril de petróleo, que encerrou o dia cotado a US$ 102,96.

Aumento provocado principalmente pela tensão político-militar no Golfo Pérsico, por onde é escoada grande parte da produção petrolífera do Oriente Médio, e que o Irã ameaça fechar em retaliação a dificuldades impostas por países ocidentais.

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