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A Selic, o Copom e os olhares dos Investidores


Arno Augustin, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, defendeu a decisão do governo de retirar a Eletrobras do cálculo do superávit o que conseguintemente reduz a economia feita para pagar juros da dívida pública.

Analistas do mercado acreditam que não terá efeito na condução da política de juros por parte do Banco Central. Nos últimos meses tem redução dos gastos para o Comitê de Política Monetária do Banco Central para não ter de subir ou baixá-los os juros no ano que vem.

A saída da Eletrobras virou esforço fiscal menor para o setor público consolidado, ainda que esteja na direção contraria, aumentando os gastos públicos e incrementando o crescimento da "demanda agregada" da economia.

"Não há nenhum efeito em si sobre a política econômica e monetária. Primeiro retiramos a Petrobras, e agora a Eletrobras. São empresas que têm boa governança. Houve uma mudança de metodologia, mas não há redução do primário. Estamos fazendo uma adequação metodológica", declarou Augustin.

Para 2011 o secretário do Tesouro recordou que a meta de superávit fiscal de todo o setor público ja foi determinada em termos nominais, ou seja, em reais, e não em porcentagem do PIB como em anos anteriores. A meta é de R$ 125 bilhões. Quando foi determinada, equivalia a 3,3% do PIB. Com a retirada da Eletrobras, o com o aumento da previsão do PIB para o próximo ano, a meta passou a equivaler a 3% do PIB – uma redução de 0,3 ponto percentual. "A previsão para o PIB de 2011 ficou maior. Não há nenhuma novidade nesse sentido", declarou Augustin.

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