Busca:

A Positivo em Negativo…


O ano de 2010 foi ruim para as ações da Positivo, já que de janeiro até hoje os papéis se desvalorizaram 55,66%, ocupando o espaço das cinco maiores quedas da BM&FBovespa no período. Os balanços mostraram números de crise, principalmente no terceiro trimestre: o lucro líquido despencou 74,1% em relação ao mesmo período de 2009, o Ebitda caiu 65,5% e as margens tombaram de 10,2 para 3,6%.

Os papéis já abriram janeiro no vermelho, mas foi o terceiro trimestre o estopim para a desvalorização na bolsa. “Era notório o aumento da competição no segmento, mas a companhia conseguia manter uma performance comercial razoável.

No terceiro tri veio o resultado absolutamente desastroso nas margens”, disse a analista de tecnologia Sandra Peres, da corretora Coinvalores.

Nesta quarta-feira, as ações fecharam cotadas a 9,60 reais – um grande tombo no valor de mercado desde o IPO em 2006, que teve ações negociadas a 23,50 reais. Os analistas afirmam que a empresa pode reagir à má fase e tentar recuperar o espaço perdido. Uma vantagem estratégica a ser explorada é o potencial de vendas para o governo, na qual a empresa é líder nacional, diz Sandra Peres.

Outra missão obrigatória é tentar estancar a queda nas margens de lucro. ”Isso representará um desafio no quarto trimestre, com o aumento sazonal de despesas para marketing e as promoções de Natal”, argumenta Nunes.

No curto prazo, no entanto, o cenário continua nebuloso para as ações. Mais que isso – o novo jogo de forças no setor a altera os fundamentos para a análise das empresas de tecnologia no Brasil. Ou seja, a Positivo torna-se uma ação de risco, com grande volatilidade pela frente.

Post Relacionados

Sem comentários

RSS de comentários. TrackBack URI

Deixe um comentário

XHTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Condiciones de uso de los contenidos | Responsabilidad

| Canal Brasil