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A análise do topo triplo e duplo – Análise Técnica de Ações


A análise do topo triplo envolve todas as questões vistas no ombro-cabeça-ombro por dele se tratar uma variação. A formação do topo triplo ocorre com muito pouca frequência e a principal diferença com relação ao O-C-O é que todos os seus topos (fundos) se situam aproximadamente no mesmo nível.

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Assim o volume deve ser sucessivamente menor em cada topo (fundo) e grande no “breakout”. Este breakout será dado por um preço de fechamento abaixo do nível das duas correções técnicas. Nas correções técnicas o volume deve ser baixo.

Assim como no O-C-O, um “pullback” pode ser esperado, dependendo a sua intensidade do volume verificado no “breakout”.

Exemplo – Topo duplo

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O topo (fundo) duplo é, juntamente com o O-C-O, uma das mais freqüentes formações de reversão bem como uma das mais fáceis de serem identificadas e analisadas.

Assim, em uma tendência de alta o mercado atinge um novo máximo (1) acompanhado de alto volume e corrige tecnicamente até ao ponto (2) o que normalmente ocorre acompanhado de baixo volume. As cotações tornam a subir não conseguindo, porém, ultrapassar o nível alcançado na última alta, começando a dar mostras de enfraquecimento da tendência.

Um volume mais baixo acompanha esse movimento. Em seguida os preços novamente corrigem completando a formação. O topo duplo só será realmente caracterizado quando houver uma penetração por um preço de fechamento ao nível de suporte criado na primeira correção técnica (2). Este “breakout” deve vir acompanhado de forte volume não devendo deixar-se de considerar a possibilidade de um “pullback”, assim como nas outras formações.

O objetivo técnico em ambos os casos é traçado com a projeção vertical de sua amplitude “breakout”. Assim, resumindo, o topo duplo deve apresentar as seguintes características:

1 – Os dois topos devem ser aproximadamente no mesmo nível.

2 – O volume tende a ser maior no primeiro topo do que no segundo.

3 – Um fechamento decisivo abaixo da primeira correção técnica confirma a formação de um alto volume.

4 – Um pullback pode ser esperado.

Algumas vezes, no entanto, o segundo topo ultrapassa ou fica aquém do primeiro por uma pequena margem, não descaracterizando, porém, a validade da formação.

A distância entre os 2 topos é também importante assim como a sua amplitude. Quanto mais afastados e maiores forem os topos mais representativa será a formação como sinal de reversão.

O ideal é haver pelo menos um mês entre cada topo. Tudo o que foi dito até agora sobre o topo duplo refere-se também ao fundo duplo a não ser a questão do volume já vista no caso de O-C-O.

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