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3ª pregão consecutivo de queda na Bovespa


O humor do investidor melhorou no final desta quinta-feira, mas não o bastante para livrar a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de emendar a terceira queda seguida, em meio a preocupações sobre a economia global. O Ibovespa teve queda de 0,32%, a 64.871 pontos, após ter chegar a recuar 1,51%, na mínima. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,97 bilhões.

bov2Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em alta de 0,15%, enquanto o S&P 500 caiu 0,16%.

Nos EUA, dados confirmaram que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3% no quarto trimestre, em linha com o esperado, mas os pedidos de seguro-desemprego ficaram em 359 mil na semana passada, ante expectativa de 350 mil.

“Estamos acompanhando os mercados externos”, afirmou o analista João Pedro Brugger, da Leme Investimentos. “O mercado ainda sente os números da economia chinesa”, completou ele, em referência aos últimos dados que reforçaram a percepção de desaceleração na economia do país asiático.

No Ibovespa, o setor bancário exerceu a maior influência negativa, com Banco do Brasil recuando 2,12%, a R$ 26,36, e Itaú Unibanco em baixa de 1,03%, a R$ 35,63. Entre as blue chips, a preferencial da Petrobras teve queda, de 0,3%, a R$ 23,32, enquanto Vale subiu 0,84%, a R$ 41.

A petrolífera informou na quarta-feira à noite que sua produção total de petróleo e gás em fevereiro somou 2,7 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia. Considerando apenas os campos nacionais, a estatal teve produção de 2,46 milhões de boe por dia.

Na outra ponta, JBS registrou a maior alta, de 3,86%, a R$ 7,80; seguida por CESP, com ganho de 3,16%, a R$ 36,60. Fibria avançou 2,14%, a R$ 14,78.

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