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Arquivos mensais: dezembro, 2011

Bolsa recua e perdas continuam a se acumular


A Bovespa havia conseguido praticamente zerar as perdas acumuladas em dezembro na segunda-feira. Mas a alegria durou pouco e, ontem, o Ibovespa já voltou a ampliar a queda no mês, depois de trabalhar a sessão toda em baixa, acompanhando o mercado internacional.

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O ritmo também já diminuiu nesta sessão e, se na hora do almoço a previsão era de um giro ao redor de R$ 5 bilhões, no fechamento o resultado ficou aquém. O Ibovespa terminou o dia com queda de 0,37%, aos 56.653,37 pontos. Na mínima, registrou 56.046 pontos (-1,44%) e, na máxima, ficou estável em 56.865 pontos. No mês, acumula perda de 0,39% e, no ano, de 18,25%. O giro financeiro totalizou R$ 4,942 bilhões.

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Bovespa abre em baixa, após ganhos de ontem


A Bovespa abriu o pregão de em baixa, depois de ter subido quase 3% na terça-feira (20), praticamente zerando a perda acumulada em dezembro. Mas os ventos favoráveis que vieram do exterior, na véspera, perderam força nesta quarta (21), deixando os negócios locais "de ressaca", diante do fôlego curto para aproximarem-se dos 60 mil pontos. Às 11h11min, o Ibovespa caía 0,87%, aos 56.369,39 pontos.

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"Os mercados internacionais içaram a Bolsa ontem, mas hoje os investidores parecem estar de ressaca", comenta o chefe da mesa de renda variável de uma corretora paulista. Para ele, esse sentimento "nauseado" e "fatigado" dos negócios deve se prolonga durante as próximas sessões, principalmente na última semana de dezembro. "Se houver alguma tentativa de melhora, deve ser entre hoje e sexta-feira", acrescenta, prevendo como improvável uma retomada dos 60 mil pontos até o fim do ano.

Mas o exterior não favorece hoje uma nova rodada de ganhos vigorosos, e o sinal negativo prevaleça entre os ativos. Em princípio, os mercados acionários gostaram da alocação de quase € 500 bilhões feita pelo Banco Central Europeu (BCE) em operação de refinanciamento de três anos, com uma demanda feita por mais de 500 instituições financeiras.

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Bovespa ainda instável cai 1,42%


Ontem pode ter sido o último pregão “animado” na Bovespa em 2011. O exercício de opções sobre ações engordou o giro financeiro no mercado acionário doméstico, na contramão do que já foi visto no exterior.

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Mas é o ritmo lento lá de fora que deve ser a regra nas próximas duas semanas. Neste pregão, declarações do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, fizeram as bolsas da região mudarem de sinal e a Bovespa, a acompanhar e cair, pisando nos 55 mil pontos pela primeira vez em dezembro.

O Ibovespa terminou o dia com perda de 1,42%, aos 55.298,33 pontos, na mínima pontuação do dia e no menor nível desde 25 de novembro (54.894,49 pontos). Na máxima do dia, o índice registrou 56.376 pontos (+0,50%). Foi a quarta sessão seguida no vermelho, período em que caiu 3,82%. No mês, acumula perda de 2,77% e, no ano, de 20,21%. O giro financeiro totalizou R$ 9,257 bilhões, dos quais R$ 4,01 bilhões referem-se ao exercício de opções sobre ações.

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Bovespa novamente no negativo após declarações de Draghi


A bolsa paulista operava sem tendência definida na manhã desta segunda-feira, influenciada pela ausência de novas notícias sobre a crise da dívida na zona do euro e pelo vencimento de opções sobre ações internas.

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Às 12h24, o Ibovespa subia 0,06 por cento, a 56.128 pontos. O giro financeiro era de 733 milhões de reais.

Nos mercados externos também há indefinição. O índice europeu FTSEurofirst, por exemplo, ganhava 0,61 por cento.

"As bolsas lá de fora também estão apáticas. Não tem grandes notícias e a agenda econômica está vazia", afirmou o estrategista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi.

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Bovespa fecha em alta nesta sexta-feira após 5 dias de queda


Ibovespa subiu 0,61%, aos 66.684 pontos; na semana, índice tem queda de 2,96%

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Após cinco pregões seguidos de queda, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) conseguiu mudar de direção e fechou em alta nesta sexta-feira (15), mas, na semana, teve perda de quase 3%.

O Ibovespa subiu 0,61%, aos 66.684 pontos. O volume financeiro atingiu R$ 6,11 bilhões.

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3ª queda consecutiva na Bovespa


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão de ontem em queda pelo terceiro pregão consecutivo, com uma forte volatilidade, influenciada pelo vencimento quádruplo nos Estados Unidos e pelas incertezas com a crise na zona do euro. Na semana, o índice registrou queda de mais de 3%.

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O Ibovespa recuou 0,42%, aos 56.096 pontos. O volume financeiro do pregão foi de R$ 5,4 bilhões. Ao longo desta semana, o principal indicador do mercado acionário brasileiro recuou 3,67%. No mês, a desvalorização é menos, de apenas 1,37%, mas, no ano, o índice tem queda acumulada de 19,06%.

Para o analista João Luiz Piccioni, da Petra Asset, o movimento deste pregão mostra que há investidores que já desanimaram neste fim de ano. "Já tem um desânimo de fim de ano. Os volumes estão menores e isso já faz com que alguns investidores tenham entregado os pontos", disse.

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Na contramão do exterior Bovespa fecha em queda de 0,56%


O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira gerou volatilidade nesta quinta-feira e acabou empurrando o Ibovespa para baixo na reta final da sessão. Isso ocorreu em meio à briga entre comprados e vendidos, que fez com que as blue chips mudassem de sinal e caíssem.

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O fôlego para compras também rareou com a ausência de notícias sobre a Europa e a despeito de as bolsas norte-americanas continuarem sua trajetória com sinal positivo.

O Ibovespa terminou o dia com perda de 0,56%, aos 56.331,15. Na mínima, registrou 56.232 pontos (-0,73%) e, na máxima, os 57.332 pontos (+1,21%). No mês, acumula queda de 0,95% e, no ano, de 18,72%. O giro financeiro totalizou R$ 5,711 bilhões.

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